segunda-feira, 7 de novembro de 2011

"Simplismente Reggae é Tudo!"





O Reggae foi desenvolvido na Jamaica. Original da década de 60, divide-se em dois subgêneros, o “roots reggae” (o reggae original) e o “dancehall reggae”, que é originário da década de 70. O reggae é constantemente associado ao movimento rastafari, que, de fato, influenciou muitos dos músicos apologistas do estilo reggae nas décadas de 70 e 80. De qualquer maneira, o reggae trata de vários assuntos, não se restringindo à cultura Rastafari, como o amor, o sexo e principalmente a crítica social.

O REGGAE, conhecido e incorporado às mais variadas culturas do planeta, diz-se que é a música que mais consegue agregar diferentes tribos, etnias e nacionalidades.

sábado, 29 de outubro de 2011

História - Ponto de Equilibrio





A banda surgiu em Dezembro de 1999 no bairro de Vila Isabel – berço do samba – no Rio de Janeiro. Grande parte da banda convivia desde a infância e na época de formação todos moravam nesta localidade. Uma grande marca do início do Ponto de Equilíbrio é o amor pelo reggae tradicional jamaicano que marcava seus oito jovens fundadores, variando na época entre 15 e 21 anos de idade. 

O porquê do nome Ponto De Equilíbrio?

No primeiro mês de existência a banda ensaiou ainda sem nome e sem sugestões para tal, mas na véspera de uma viagem para o Sana – região montanhosa, ponto de encontro de admiradores do reggae no estado do Rio de Janeiro -, Lucas Kastrup (baterista e compositor de algumas músicas) teve um sonho no qual os oito membros do grupo estavam reunidos e o nome aparecia claro entre eles. 
Daí veio o nome, de um sonho e revela a profunda relação espiritual da música e do ideal contido das letras e músicas da banda. 

O porquê da escolha de Reggae Roots para o vosso estilo musical?

A escolha não veio de uma opção “racional”, mas antes uma espécie de “necessidade” da banda. Todos os integrantes sentiam-se conduzidos quase naturalmente a ouvir reggae e a pensar e compor nesta linguagem. Entendemos como um impulso que brota da nossa essência e não uma estratégia de mercado ou algo assim e é por isso que tem dado certo, atraindo as pessoas. Achamos que é porque transmite sinceridade.

O quê que vocês pretendem transmitir nas vossas letras, quais as principais mensagens?

O objectivo é transmitir o que acreditamos, é como numa conversa. Queremos ser entendidos por crianças, jovens e idosos, ricos, pobres, etc. As mensagens são basicamente de esperança, acreditando que ainda é possível viver em harmonia, sendo realista no sentido de encontrar e apontar problemas sociais e de convivência entre os homens, mas vendo na música um canal até mesmo terapêutico. Acreditamos em uma mensagem integrada entre letra e música, capaz de despertar reflexões e curas, além de evidentemente ser um momento de descontracção e diversão para músicos e ouvintes. Para nós a música é o melhor caminho, ela une e coloca todos em comunhão.

Quais as vossas influencias musicais?

É bem ampla. Desde o reggae clássico jamaicano (Bob Marley, Peter Tosh, Bunny Wailer, Israel Vibration, Burning Spear, etc), passando pelo samba, jazz, músicas tradicionais africanas e folclóricas brasileiras, etc. Fica difícil definir influências específicas, pois cada um dos membros da banda traz sua bagagem pessoal em termos de vocabulário musical e esse resultado é a peculiaridade da banda, em busca do Ponto de Equilíbrio.

E quais as vossas influências religiosas?

Assim como em termos musicais a religiosidade da banda também encontra diversas vertentes. A base reside no Rastafari, influência máxima da música reggae, mas o estilo de vida Rastafari também permite múltiplas interpretações e formas de se viver, ficando difícil rotular determinado indivíduo em termos da sua crença íntima. Em comum temos uma profunda admiração pela África e suas matrizes religiosas, mas a biografia dos fundadores da banda é construída também por tradições familiares fundadas em crenças afro-brasileiras como a umbanda e o candomblé, o catolicismo popular brasileiro, o Santo Daime brasileiro, entre outras. É esta riqueza de elementos que faz da banda Ponto de Equilíbrio um trabalho sólido e de conteúdo tanto musical quanto espiritual.

Quais os trabalhos (discos) já desenvolvidos por vocês?



Existe o nosso cd Demonstração gravado em 2001 e a partir de 2004 lançamos o “Reggae a Vida com Amor”, também gravado por nós.


CD Demo 
1-Ponto de equilibrio
2-Aonde vai chegar?
3-Lágrimas de Jah
4-Ditadura da televisão
5-Só quero o que é meu
6-Árvore do reggae
7-Banal
8-Poder da palavra
10-Rastafará

Reggae a vida com amor (2004)
1-Jah Jah me leve
2-Árvore do reggae
3-O convite
4-Ditadura da televisão
5-Genesis
6-Nyah
7-Rastafará
8-Nossa história
9-Ponto de euilibrio
10-Profeta rei
11-África
12-Aonde vai (Coisa feia)
13-Eu
14-Ame sua missão

  

Abre a Janela (2007)
1-Janela da favela
2-Verdadeiro valor
3-Menino João (Lembranças de Jordão)
4-Poder da palavra
5-Soul rebel
6-Tão bela
7-O inimigo
8-Só quero o que é meu
9-Velho amigo
10-Quem sabe (Salomão)
11-Lágrimas de Jah
12-Graças e louvores

Dia após dia lutando (2010)
1-Odisséia da Babilônia
2-Novo dia - [fest The Congos]
3-Hipócritas
4-Vila Isabel (Zona Norte)
5-Música de Jah
6-Malandragem às avessas (A resposta dopoeta) [feat Marcelo D2]
7-Stay alive - [feat Don Carlos]
8-Que eu vejo
9-Santa Kaya
10-Reggae de terreiro (ciência do quintal) feat Jorge Du Peixe]
11-Calor
12-África 2



Vocês com o vosso trabalho “Reggae a vida com amor”, conseguiram quebrar barreiras de mercado, atingido vendas superiores a 50.000 exemplares, como todo este sucesso foi possível?

Acreditamos que as pessoas estão saturadas de um mercado musical que trabalha em cima de lucro, moda, etc. A nossa proposta é uma música mais roots, temos o que dizer, o que tocar.

Podem esperar muita vontade de tocar para vocês e amor ao que fazemos. Podem esperar ao vivo uma performance que é o resultado de nossas experiências de vida e que se constrói no próprio momento da apresentação, então é um trabalho em conjunto no qual buscamos fundir músicos, música e plateia em só Ponto de Equilíbrio.

- Muita paz, amor e vontade de viver. Esperamos corresponder as expectativas e fazer dos nossos show`s uma manifestação do poder que a música possui para transformar o homem em um ser mais próximo daquele que o criou.


Integrantes:

Nome Arts.: Helio Bentes
Data Nasc.: 19/05/1981
Vocal
Signo: Touro

Nome Ar.: Márcio Sampaio
Data Nasc.: 19/01/1984
Guitarra Base
Signo: Capricórnio


Nome Ar.: Ras André
Data Nasc.: 26/04/1981
Guitarra Solo, Violão e Kete
Signo: Touro

Nome Ar.: Marcelo Campos
Data Nasc.: 28/08/1978
Percussão, Baterista e Compositor
Signo: Virgem

Nome Ar.: Lucas Kastrup
Data Nasc.: 08/02/1980
Baterista
Signo: Aquário

Nome Ar.: Tiago Caetano
Data Nasc: 01/07/1979
Teclados e Backing Vocals
Signo: Câncer

Nome Ar.: Pedro (Pedrada)
Data Nasc.: 23/02/1981
Baixo e Voz
Signo: Peixe


Obs.: *A banda Ponto de Equilibrio, atualmente tem 7 integrantes
*Em dezembro de 2010 completaram 10 anos.










quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Bob Marley (Biografia-Resumo)

Bob Marley, nome artístico de Robert Nesta Marley (Nine Mile, 6 de fevereiro de 1945 — Miami, 11 de maio de 1981), foi um cantor, guitarrista e compositor jamaicano, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar o gênero. Grande parte do seu trabalho lidava com os problemas dos pobres e oprimidos. Ele foi chamado de "Charles Wesley dos rastafáris" pela maneira com que divulgava a religião através de suas músicas.

Bob foi casado com Rita Marley, uma das I Threes, que passaram a cantar com os Wailers depois que eles alcançaram sucesso internacional. Ela foi mãe de quatro de seus doze filhos (dois deles adotados), os renomados Ziggy e Stephen Marley, que continuam o legado musical de seu pai na banda Melody Makers. Outros de seus filhos, Kymani Marley, Julian Marley e Damian Marley (vulgo Jr. Gong) também seguiram carreira musical.

Foi eleito pela revista Rolling Stone o 11º maior artista da música de todos os tempos.
(Marley com 4 aninhos)
Juventude

Bob Marley nasceu em 6 de fevereiro de 1945 em Saint Ann, no interior da Jamaica, filho de Norval Sinclair Marley, um militar branco, capitão do exército inglês e Cedella Booker, uma adolescente negra vinda do norte do país. Cedella e Norval estavam de casamento marcado para 9 de julho de 1944. No dia seguinte ao seu casamento, Norval abandonou-a, porém continuou dando apoio financeiro para sua mulher e filho. Raramente os via, pois estava constantemente viajando. Após a morte de Norval em 1955, Marley e sua mãe se mudaram para Trenchtown, uma favela de Kingston, onde o garoto era provocado pelos negros locais por ser mulato e ter baixa estatura (1,63 m). Bob teve uma juventude muito difícil, e isso o ajudou a ter personalidade e um ponto de vista bastante crítico sobre os problemas sociais.Bob Marley começou a usar maconha com 7 anos!

 Carreira musical
Princípio

Marley começou suas experimentações musicais com o ska e passou aos poucos para o reggae enquanto o estilo se desenvolvia. Marley é talvez mais conhecido pelo seu trabalho com o grupo de reggae The Wailers, que incluía outros dois célebres músicos, Bunny Wailer e Peter Tosh. Livingstone e Tosh posteriormente deixariam o grupo para iniciarem uma bem-sucedida carreira solo.

A maioria do trabalho inicial de Marley foi produzida por Coxsone Dodd no Studio One. O relacionamento dos dois se deterioraria mais tarde devido a pressões financeiras, e no começo da década de 1970 ele produziu o que é considerado por muitos o seu melhor trabalho, então pelas mãos de Lee "Scratch" Perry. A dupla também se separaria, desta vez por problemas com direitos autorais. Eles trabalhariam juntos novamente em Londres, e permaneceriam amigos até a morte de Marley.

O trabalho de Bob Marley foi amplamente responsável pela aceitação cultural da música reggae fora da Jamaica. Ele assinou com o selo Island Records, de Chris Blackwell, em 1971, na época uma gravadora bem influente e inovadora. Foi ali, com No Woman, No Cry em 1975, que ele ganhou fama mundial.


Final de carreira

Bob Marley deixou a Jamaica no final de 1976 e foi para a Inglaterra, onde gravou os álbuns Exodus e Kaya e onde também foi preso pela posse de um cigarro de maconha. Ele lançou a música Africa Unite no álbum Survival em 1979, e então foi convidado a tocar nas comemorações pela independência do Zimbabwe em 17 de abril de 1980.

Convicções políticas e religiosas

Bob Marley era adepto da religião rastafári. Ele foi influenciado por sua esposa Rita, e passou a receber os ensinamentos de Mortimer Planno. Ele servia de fato como um missionário rasta (suas ações e músicas demonstram que isso talvez fosse intencional), fazendo com que a religião fosse conhecida internacionalmente. Em suas canções Marley pregava irmandade e paz para toda a humanidade. Antes de morrer ele foi inclusive batizado na Igreja Ortodoxa da Etiópia com o nome Berhane Selassie. Não viva para que a sua presença seja notada, mas para que a sua falta seja sentida.
— Bob Marley


Marley era um grande defensor da maconha, usada por ele no sentido da comunhão, apesar de que seu uso não é consenso entre os rastafáris. Na capa de Catch a Fire inclusive ele é visto fumando um cigarro de maconha, e o uso espiritual da cannabis é mencionado em muitas de suas músicas.

Marley também tinha conexões com a seita rastafári "Doze Tribos de Israel", e expressou isso com uma frase bíblica sobre José, filho de Jacó, na capa do álbum Rastaman Vibration.

 
A batalha contra o câncer

Diagnóstico

Em julho de 1977 Marley descobriu uma ferida no dedão de seu pé direito, que ele pensou ter sofrido durante uma partida de futebol. A ferida não cicatrizou, e sua unha posteriormente caiu; foi então que o diagnóstico correto foi feito. Marley na verdade sofria de uma espécie de câncer de pele, chamado melanoma maligno, que se desenvolveu sob sua unha. Os médicos o aconselharam a ter o dedo amputado, mas Marley recusou-se devido aos princípios rastafaris que diziam que os médicos são homens que enganam os ingênuos, fingindo ter o poder de curar. Ele também estava preocupado com o impacto da operação em sua dança; a amputação afetaria profundamente sua carreira no momento em que se encontrava no auge (na verdade, a preocupação de Bob Marley era quanto à amputação de qualquer parte de seu corpo, seja o dedo do pé ou suas rastas. Para os seguidores dessa religião/filosofia, não se deve cortar, aparar ou amputar qualquer parte do corpo). Marley então passou por uma cirurgia para tentar extirpar as células cancerígenas. sua doença foi revelada para seu público.

Conversão

Segundo seu filho Ziggy Marley, Marley se converteu ao cristianismo antes de morrer, em 1977. O motivo seria o de que, segundo a religião rasta, o corpo é um templo sagrado e por isso retirar o câncer seria errado. Marley teria descoberto muitas coisas semelhantes entre o rastafarianismo e o cristianismo e decidido que seu corpo deveria ser cuidado. O próprio Ziggy ainda tenta espalhar o legado de seu pai, com ideais e raízes do rastafarianismo e do reggae, mas com um entendimento cristão.
Colapso e tratamento

O câncer espalhou-se para seu cérebro, pulmão e estômago. Durante uma turnê no verão de 1980, numa tentativa de se consolidar no mercado norte-americano, Marley desmaiou enquanto corria no Central Park de Nova Iorque. Isso aconteceu depois de uma série de shows na Inglaterra e no Madison Square Garden, mas a doença o impediu de continuar com a grande turnê agendada. Marley procurou ajuda, e decidiu ir para Munique para tratar-se com o controverso especialista Josef Issels por vários meses, não obtendo resultados.

Morte

Um mês antes de sua morte, Bob Marley foi premiado com a Ordem ao Mérito Jamaicana. Ele queria passar seus últimos dias em sua terra natal, mas a doença se agravou durante o vôo de volta da Alemanha e Marley teve de ser internado em Miami. Ele faleceu no hospital Cedars of Lebanon no dia 11 de maio de 1981 em Miami, Flórida, aos 36 anos. Seu funeral na Jamaica foi uma cerimônia digna de chefes de estado, com elementos combinados da Igreja Ortodoxa da Etiópia e do Rastafarianismo. Ele foi sepultado em uma capela em Nine Mile, perto de sua cidade natal, junto com sua guitarra favorita, uma Fender Stratocaster vermelha.

Reputação póstuma

A música e a lenda de Bob Marley ganharam mais e mais força desde sua morte, e continuam a render grandes lucros para seus herdeiros. Também deu a ele um status mítico, similar ao de Elvis Presley e John Lennon. Marley é enormemente popular e bastante conhecido ao redor do mundo, particularmente na África e na América Latina. É considerado por muitos como o primeiro popstar do Terceiro Mundo. Após a sua morte, a data de seu aniversário, o dia 6 de fevereiro, foi decretado feriado nacional na Jamaica.Controvérsia sobre o local do túmulo

Em janeiro de 2005 foi divulgado que Rita Marley estava planejando exumar os restos de Bob Marley e enterrá-los em Shashamane, Etiópia. Ao anunciar sua decisão, Rita afirmou que "toda a vida de Bob foi centrada na África, não na Jamaica". Os jamaicanos foram amplamente contra a proposta, e a comemoração do aniversário de Bob em 6 de fevereiro de 2005 foi celebrada em Shashamane pela primeira vez, pois, antes todas as outras haviam sido realizadas na Jamaica.
Prêmios e honrarias

1976 - Banda do Ano (Rolling Stone)
Junho de 

1978 - Premiado com a "Medalha de Paz do Terceiro Mundo" pelas Nações Unidas
Fevereiro de 

1981 - Premiado com a mais alta condecoração jamaicana, a "Ordem ao Mérito"
1999 - Álbum do Século (Revista Time) por Exodus
Fevereiro de 

2001 - Uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood
Fevereiro de 2001 - Premiado com um Grammy pelo "Conjunto da Obra"
2004: Rolling Stone Magazine classificou-o # 11 em sua lista dos "100 Maiores Artistas de Todos os Tempos"
"One Love" chamada canção do milênio pela BBC
Votado como um dos maiores letristas de todos os tempos por uma sondagem da BBC


                                         Estrela de Marley na Calçada da Fama, em Hollywood.  

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Bandas (Reggae*/)

Bandas internacionais:

Akila Barrett
Alpha Blondy
Andrew Tosh
Aswad
Augustus Pablo
Bambu Station
Big Mountain
Big Youth
Black Uhuru
Bob Marley
Brother Ayouba
Buju Banton
Bunny Wailer
Burning Spear
Carl Mcdonald
Chris Murray
Christafari
Cimarons
Cornerstone Roots
Culture
David Kirton
Dennis Brown
Desordem Publico
Determine
Dezarie
Diego Torres
Don Carlos
Donna Marie
Dry & Heavy
Eric Donaldson
Errol Moore
Fully Fullwood Band
Garnett Silk
Gregory Isaacs
Groundation
Henry "Junjo" Lawes
Holy Piby
Horace Andy
Hugh Mundell
Iba
Israel Vibration
Jacob Miller
Jah Works
Jimmy Cliff
Joe Higgs
John Brown’s Body
John Holt
Johnny Clarke
Judy Mowatt
Julian Marley
Junior Braithwaite
Lee "Scratch" Perry
Lucky Dube
Mad Professor
Madi Simmons
Matisyahu
Max Romeo
Maxi Priest
Meditations
Midnite
Mighty Diamonds
Nabby Clifford
Nasio Fontaine
Nemo
NiyoRah
Norris Cole
Organs
Pablo Moses
Pacific Vibrations
Peter Broggs
Peter Tosh
Philharmonic Weed
Rebel-I
Ricky Husbands
Riddim
Semillas
Siddy Ranks
SOJA
Steel Pulse
Sylvia Tella
The Abyssinians
The Congos
The Ethiopians
The Gladiators
The Heptones
The Itals
The Skatalites
The Slackers
The Starlights
Third World
Tiken Jah Fakoly
Twinkle Brothers
UB40
U-ROY
Victor Rice
Wailing Souls
Yahadanai
Yellowman
Ziggy Marley

Bandas (Reggae*/)

Bandas nacionais:

Acústico Reggae
Adão Negro
Afrodizia
Alma Zion
Armandinho
Brisa Verde
Casa Rasta
Chappa Reggae
Chimarruts
Da Gama
Edson Gomes
Experimento Reggae
Expressão Regueira
Filhos da África
Filosofia Reggae
Ganjah Zumba
Jaafa reggae
Jah Live
Java Roots
Libertaria
Mato Seco
Nação Regueira
Natiruts
Nego Blue
Noção Rasta
Palavra Terra
PlanetRoots
Planta e Raiz
Ponto de Equilíbrio
Profecia Rasta
Raízes de Heloi
Rastaman
Raízes Rasta
Reggae Movimento
Reação
Roots Nyabinghi
Salvação
Semente da paz
Sifrão
Tribo de Jah
Trilhas e Raízes
Vibração Nativa
Vibrações Rasta
Yo''Mana''Ho
WaiLua

quarta-feira, 8 de junho de 2011

31 Frases do Bob Marley

As Vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!

Os ventos que as vezes tiram
algo que amamos, são os
mesmos que trazem algo que
aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar
pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi
dado.Pois tudo aquilo que é
realmente nosso, nunca se vai
para sempre...
Não viva para que a sua presença seja notada,
mas para que a sua falta seja sentida...

A vida é para quem topa qualquer parada. Não para quem pára em qualquer topada.

Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais
Bob Marley

Não ligo que me olhem da cabeça aos pés..porque nunca farão minha cabeça e nunca chegarão aos meus pés

Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra.

Para que levar a vida tão a sério, se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos.

Se Deus criou as pessoas para amar, e as coisas para cuidar. Por que amamos as coisas e usamos as pessoas!

Não cruze os braços diante de uma dificuldade, pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos!

Queria ser um baseado
Para nascer em seus dedos, morrer em seus lábios,
E fazer sua cabeça

Se você obedece todas as regras, acaba perdendo a diversão.

Os homens
pensam que possuem uma mente,
mas é a mente que os possui
Há pessoas que amam o poder,
e outras
que tem o poder de amar

Saudade é um sentimento que quando não cabe no coração, escorre pelos olhos.

Sou louco porque vivo em um mundo que não merece minha lucidez

Meu dia-dia é mais tranquilo até o momento em que minha cabeça me leva até você. Minha cabeça me trai, o coração aperta, a atenção esvanece o frio na barriga... Com tantos sintomas a saudade até parece doença, mas sei que a cura é a sua presença...

Deus me enviou à terra com uma missão. Só Ele pode me deter, os homens nunca poderão.

Todos caem mas, apenas os fracos continuam no chão...

Se choras por não ter visto o pôr do Sol, as lágrimas não te deixarão ver as estrelas.

Se a vida fosse bela, todo dia teria sol, todo mar teria onda, toda música seria reggae e toda fumaça faria a cabeça.

Eu olho para dentro de mim, e não me importo com o que as pessoas fazem ou dizem eu me preocupo só com as coisas certas.

Seja humilde, pois, até o sol com toda sua grandeza se põe e deixa a lua brilhar.

Eu so do tamanho daquilo que SINTO,que VEJO e que FAÇO,não do tamanho que os outros me enxergam.

"Ideal seria que todas as pessoas soubessem amar, o tanto que sabem fingir"

Seje feliz do jeito que você é, não mude sua rotina pelo o que os outros exigem de você simplesmente viva de acordo com o seu modo de viver.

Um dia vou morrer, afinal todos irão morrer, vão me interrar, um fazendeiro muito louco vai me adubar e me transformar em um lindo pé de maconha. Só assim poderei saber que mesmo depois de morta continuarei fazendo sua cabeça!

Uma coisa boa sobre a música é que quando ela bate você não sente dor.

Nos chamam de loucos, num mundo em que os certos fazem bombas.

Fume maconha e não cigarros, pois neorônios você tem milhões, mas pulmões você só tem dois.

" Amo a liberdade, por isso as coisas que amo deixo-as livres.
Se voltarem é porque as conquistei
Se não voltarem é porque nunca as tive . "

Meu lar é sempre onde estou, meu lar está na minha mente, meu lar são meus pensamentos, meu lar é pensar as coisas que eu penso. Esse é meu lar. Meu lar não é um lugar material por ai... meu lar está na minha mente.

O que importa se você tem olhos verdes... se o vermelho dos meus refletem o verde da natureza...

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Como tudo começou...

Reggae é um gênero musical desenvolvido originalmente na Jamaica do fim da década de 1960. Embora por vezes seja usado num sentido mais amplo para se referir à maior parte dos tipos de música jamaicana, o termo reggae indica mais especificamente um tipo particular de música que se originou do desenvolvimento do ska e do rocksteady.

O reggae se baseia num estilo rítmico caracterizado pela acentuação no tempo fraco, conhecido como skank. O estilo normalmente é mais lento que o ska porém mais rápido que o rocksteady, e seus compassos normalmente são acentuados na segunda e na quarta batida, com a guitarra base servindo ou para enfatizar a terceira batida, ou para segurar o acorde da segunda até que o quarto seja tocado. É principalmente essa "terceira batida", sua velocidade e o uso de linhas de baixo complexas que diferencia o reggae do rocksteady, embora estilos posteriores tenham incorporado estas inovações de maneira independente.
Etimologia

A edição de 1967 do Dictionary of Jamaican English ("Dicionário de inglês jamaicano") lista reggae como "a recently estab. sp. for rege", as in rege-rege, a word that can mean either "rags, ragged clothing" or "a quarrel, a row". ("uma grafia recentemente estabelecida de rege", como em rege-rege, palavra que pode significar tanto "farrapos", "roupas rasgadas" quanto "uma confusão", "uma discussão".)[2]

Como um termo musical apareceu pela primeira vez no hit de 1968 "Do the Reggay", dos Maytals, porém já era usado em Kingston, capital da Jamaica, como nome de uma dança mais lenta e de um estilo de rocksteady.[3] Como declarou o artista do gênero Derrick Morgan:

Não gostávamos do nome 'rock steady' ("rock constante"), então tentei algo diferente numa versão de "Fat Man". A batida foi mudada novamente, e o órgão usado para assustar. Bunny Lee, o produtor, gostou daquilo. Ele criou o som com o órgão e a guitarra base. Soava como 'reggae, reggae', e aquele nome pegou. Bunny Lee começou a usar a palavra e logo todos os músicos estavam dizendo 'reggae, reggae, reggae'.[3]

O historiador do reggae Steve Barrow credita a Clancy Eccles a alteração do termo streggae ("mulher fácil"), do patois jamaicano, para reggae.[3] Toots Hibbert, no entanto, disse:

Existe uma palavra que usávamos na Jamaica, 'streggae'. Se uma garota estiver passando e os caras olharem para ela e disserem 'Man, she's streggae', significa que ela não se veste bem, parece esfarrapada. As garotas diziam isso sobre os homens também. Certa manhã eu e meus dois amigos estávamos tocando, e eu disse 'OK man, let's do the reggay.' Foi apenas algo que saiu da minha boca. E então começamos a cantar 'Do the reggay, do the reggay', e criamos uma batida. As pessoas me disseram mais tarde que tínhamos dado um nome ao som. Antes daquilo as pessoas o chamavam de blue-beat e todo tipo de coisa. Agora está no Guinness World of Records.[4]

Bob Marley teria alegado que a palavra reggae veio de um termo espanhol que se refere à "música do rei".[5] Os comentários em To the King, uma compilação de música gospel reggae cristã, sugere que o termo viria do latim regi, "para o rei".Precursores

Embora tenha sido influenciado fortemente pela música tradicional africana e caribenha, assim como pelo rhythm and blues americano, o reggae traça sua origem direta ao desenvolvimento progressivo do ska e do rocksteady na Jamaica da década de 1960.

O ska surgiu pela primeira vez nos estúdios da Jamaica entre os anos de 1959 e 1961, desenvolvendo-se a partir de um gênero anterior, o mento.[3] O ska caracteriza-se por uma linha de walking bass, ritmos acentuados da guitarra ou do piano no tempo fraco, e, por vezes, riffs jazzísticos nos metais. Além de sua imensa popularidade entre os adeptos da moda rude boy, no país, o estilo conquistou muitos adeptos entre os mods, na Grã-Bretanha, a partir de 1964. De acordo com Barrow, os rude boys começaram a tocar deliberadamente os seus discos de ska a meia velocidade, preferindo dançar mais lentamente como parte de sua imagem de durões.[3]

Em meados da década diversos músicos já haviam começado a tocar o ska num andamento mais lento, enfatizando a linha de baixo e os tempos fracos. O som mais lento foi chamado de rocksteady, o nome de um single de Alton Ellis. Esta fase da música jamaicana durou apenas até 1968, quando os músicos começaram a deixar ainda mais lento os andamentos das músicas, e lhes acrescentaram ainda mais efeitos; isto levou à criação do reggae.
História
A mudança do rocksteady para o reggae foi ilustrada pelo shuffle de órgão cujo pioneiro foi Bunny Lee, destaque nos singles de transição entre os dois gêneros, "Say What You're Saying" (1967), de Clancy Eccles, e "People Funny Boy" (1968), de Lee "Scratch" Perry. A faixa de 1967 dos Pioneers, "Long Shot Bus' Me Bet", já foi identificada como o exemplo mais antigo do novo ritmo que ficaria conhecido como reggae.[6] No início de 1968 as primeiras gravações de reggae foram feitas: "Nanny Goat", de Larry Marshall, e "No More Heartaches", dos Beltones. O hit de 1968 "Hold Me Tight", do artista americano Johnny Nash, recebeu o crédito de ter colocado o reggae pela primeira vez nas paradas de sucesso dos Estados Unidos.[7]. O reggae começou a aparecer também no rock; um exemplo de canção do gênero que tinha uma levada de reggae foi "Ob-La-Di , Ob-La-Da", dos Beatles, de 1968.[8]

The Wailers, uma banda fundada por Bob Marley, Peter Tosh e Bunny Wailer em 1963, geralmente é tido como o grupo mais conhecido mundialmente a ter feito a transição por todos os três estágios da evolução do reggae - desde hits de ska como "Simmer Down", para o rocksteady mais lento, até o reggae. Além do Wailers, outros pioneiros importantes do gênero foram Prince Buster, Desmond Dekker, Jackie Mittoo, entre outros.

Os produtores jamaicanos foram influentes no desenvolvimento do ska para o rocksteady e o reggae na década de 1960. Alguns dos mais célebres produtores foram Coxsone Dodd, Lee "Scratch" Perry, Leslie Kong, Duke Reid, Joe Gibbs e King Tubby. Um destes primeiros produtores foi Chris Blackwell, fundador da Island Records em 1960, que se mudou para a Inglaterra em 1962, onde continuou a promover a música de seu país, formando uma parceria com a Trojan Records, fundada por Lee Gopthal em 1968, e que lançou obras de reggae no Reino Unido até 1974, quando foi comprada pela Saga.

O filme The Harder They Come, de 1972, com Jimmy Cliff, gerou popularidade e um interesse considerável para o reggae nos Estados Unidos e, consequentemente, no resto do mundo; o cover de 1974 da canção "I Shot the Sheriff", de Bob Marley, feita pelo guitarrista inglês Eric Clapton, ajudou a trazer o reggae ainda mais para o mainstream.[3] A partir da metade da década de 1970 o reggae começou a obter cada vez mais tempo de execução nas rádios do Reino Unido, especialmente no programa de John Peel. A chamada "Era de Ouro do Reggae" corresponde aproximadamente ao dias de glória do roots reggae, o chamado "reggae de raiz". Na segunda metade da década a cena punk do país começou a se formar, e alguns DJs de punk costumavam tocar canções de reggae durante suas apresentações. Algumas bandas de punk incorporaram influências do reggae em sua música, e ao mesmo tempo o gênero começou a passar por uma espécie de renascimento no Reino Unido, que prosseguiu até a década seguinte, exemplificado por grupos como Steel Pulse, Aswad, UB40 e Musical Youth. Entre outros artistas de reggae que gozaram de um destaque internacional no início da década de 1980 estão Third World, Black Uhuru e Sugar Minott. Os Prêmios Grammy introduziram a categoria de melhor álbum de reggae em 1985.
Reggae e sociedade

Original da década de 1960, o ritmo divide-se em dois subgêneros, o "roots reggae" (raízes do reggae) e o "dancehall reggae", que é originário da década de 1970. O reggae é constantemente associado ao movimento religioso rastafari, que, de fato, influenciou muitos dos músicos apologistas do estilo reggae nas décadas de 1970 e 1980. De qualquer maneira, o reggae trata de vários assuntos, não se restringindo à cultura rastafariana, como o amor, o sexo e principalmente a crítica social[9].

Uma das características que podem caracterizar o reggae é a crítica social, como por exemplo cantar a desigualdade, o preconceito, a fome e muitos outros problemas sociais[10].